ESTRESSE EMOCIONAL E MORTE

   Um estudo recente, realizado agora em 2019, avaliou os níveis de estresse emocional após primeiro infarto agudo do miocárdio e a sua relação com a mortalidade.

O mesmo incluiu mais de 55.000 pacientes e avaliou, através de questionário, a qualidade de vida, os níveis de ansiedade, depressão e de estresse emocional persistente, remitente ou não estresse.    

O estudo teve 12 meses de duração e concluiu que pacientes com estresse emocional persistente, quando comparados aqueles sem estresse, tem risco muito mais aumentado de irem a óbito.  

 Esse breve resumo evidencia um fato: todas as nossas emoções e sentimentos estão diretamente conectadas ao processo de saúde e doença do corpo físico. Tendemos a pensar que as emoções ficam restritas a cabeça, quando, na realidade, elas se manifestam em todas as nossas células. É uma visão muito cartesiana e simplista pensar que o estresse emocional não tem nenhuma relação com manifestações físicas (sejam elas morte por causas cardiovasculares, sejam elas uma diarreia antes da prova).

Portanto, cuidar do seu emocional, da forma como percebe e recebe as informações do ambiente, cuidar das suas palavras e das suas relações é parte fundamental de qualquer processo de cura.    

Como você tem cuidado das suas emoções? O que tem feito para reduzir os níveis de estresse?